Vaias e Aplausos

Nesta quinta-feira, fortes emoções são reservadas pro Vaias e Aplausos. Confira!

VAIAS:
                Na verdade, mesmo, não sei de qual emissora eu me envergonho. Acontece que, com a detenção dos direitos de exibição dos jogos Pan-Americanos, a Record acaba sendo a única emissora aberta que disponibiliza as imagens. Segundo os fofoqueiros de plantão, a TV Globo acabou “pirateando” algumas imagens e acabou divulgando em seu principal telejornal, o “Jornal Nacional”. Essa guerra pela liderança é até inteligente, merece consideração, mas apelar é triste. Vencer pelo jogo sujo é desonesto! Mas, aí, a Record – que adora um barraco e se fazer de coitadinha – divulga, em seu portal (R7.com), uma reportagem esclarecendo os fatos. E, claro, colocando-se na posição de vítima. Segundo informa a nota, a emissora do bispo teria enviado um comunicado às demais emissoras que disponibilizaria as imagens, contanto que a logomarca da mesma fosse mantida e a frase “imagens cedidas pela Rede Record” acrescida. Barracos à parte, é vergonhoso – tanto pra uma quanto outra – ver essa baixaria que tornou-se uma incrível batalha-a-qualquer-custo. Vaias para a Globo, vaias para a Record. A seguir, você confere a matéria que foi veiculada pelo R7.com e pode tirar suas próprias conclusões: http://rederecord.r7.com/pan-guadalajara-2011/noticias/rede-globo-usa-imagens-dos-jogos-pan-americanos-sem-autorizacao.html

APLAUSOS:
                Estreou na última segunda-feira a nova novela das sete da TV Globo: “Aquele Beijo”. Superando expectativas, a trama de Miguel Falabella trouxe um novo conceito para a teledramaturgia: uma história narrada – e pelo próprio autor -. A novela conta a história de Cláudia, interpretada por Giovanna Antonelli – e já pode-se considerar uma de suas melhores atuações -, tem o sonho de casar-se. Porém, seu namorado – o  novato Victor Pecoraro (que, por incrível que parece, não deixou a desejar) -, Rubinho, não quer saber de compromisso com a moça. Desiludida, Cláudia vai para a Colômbia e, antes de embarcar, conhece o advogado Vicente (Ricardo Pereira) que, coincidentemente, também está de viagem para a Colômbia tentar impedir o casamento de Lucena, personagem de Grazi Massafera, sua ex-namorada que o deixou por sua determinação quanto aos estudos. Um elenco “duvidoso”, mas que contém grandes nomes: Claudia Jimennez, Herson Capri, Diogo Vilela, Fernanda Souza, Fiuk, Luís Salem, Sheron Menezes. Destaco minhas preferidas: Marília Pêra, que está elegante no papel da empresária e proprietária da loja Comprare, e Bruna Marquezine, como a linda Belezinha – uma aspirante à miss, por vontade da mãe -. O próprio título é tão sugestivo que já prende o telespectador. Além de lindo, é chamativo e irreverente! A abertura é um xodó à parte: cenas clássicas de beijos inesquecíveis da teledramaturgia brasileira compõem uma deliciosa vinheta ao som de “Garota de Ipanema” nas vozes de Daniel Jobim e, pasmem, Xuxa. Surpreendi-me, confesso, pois as duas últimas tramas de Falabella não renderam o sucesso esperado. “A lua me disse” foi até “boazinha”. “Negócio da China”, por sua vez, teve de ser encurtada às pressas para que se recuperasse os índices de ibope que foram perdidos. Na estréia, “Aquele Beijo” marcou 34 pontos no ibope, índice que não se obtinha desde os últimos 4 anos, desde a estréia de “Sete Pecados”, de Walcyr Carrasco. Espero que, realmente, Miguel Falabella tenha encontrado o peso certo das mãos para depositar todo seu espírito criativo para compor essa nova trama que tem envolvido os telespectadores. Ocupando o horário deixado por “Morde&Assopra”, às 19 horas, “Aquele Beijo” é escrita, como já mencionado anteriormente, por Miguel Falabella e é exibida pela TV Globo de segunda à sábado.

Confissões de um consumista pobre

O olhar arregala. As mãos suam. Você começa a tremer. Seu coração parece sair pela boca. Mas, basta ver aquela plaquinha com o dizer “PROMOÇÃO”, que você começa a agir como a descrição acima mencionada.
                 Então, você dá uma conferida no material – antes mesmo da conferida na carteira – e a coceirinha se junta ao suor da mão. Impulsivamente, você entra na loja e, quando se dá conta, já está com os braços cheios de cabides. A atendente se dirige até você e pergunta se está precisando de sua ajuda. Você, que mal sabe porque veio parar ali, só consegue responder: “Obrigado, mas só estou dando uma olhadinha!” e sorri um sorriso amarelo.
                Pode até ter um pouco de bom gosto, mas grana mesmo, você não tem é nada! Mas não se contenta, sem antes, no mínimo, ir para o provador e se ver usando as peças por 15 segundos. É quase a história da Cinderela: depois da meia-noite, tudo volta o seu estado normal.
                Ao sair do provador, a atendente vai querer saber se alguma lhe serviu, se alguma deu certo. É óbvio que deu, que você gostou de todas. Se você sabe que não terá condições de levar, dirá: “Deu certo, mas eu preciso dar um pulo logo ali e, na volta, eu passo pra levar” e não volta nunca mais, até o tempo de esquecerem que você esteve ali. Entretanto, se com alguns reajustes no orçamento, você decide por levar, a moça – ou o rapaz, sei lá – vai saber só de olhar no seu rosto.
                A maior preocupação de um consumista pobre é chegar até o caixa e ver seu carrinho se esvaziar com alguns itens sendo deixado de lado devido o aumento dos dígitos do valor a ser pago. Pior ainda: quando o cartão rejeita a efetivação do pagamento. Nesse momento, você sua um pouco além do esperado. É um suor frio que desce de sua testa e gela seu corpo inteiro. Então, você olha pro alto, esperando vir uma idéia que lhe tire daquela situação um tanto constrangedora. Você pensa em fazer alguns remanejamentos na divisão da compra (tanto à vista, tanto no débito e o restante no crédito), mas sua situação poderia ser pior e você passaria por um vexame ainda maior, já que a fila atrás de você, além de impaciente, está dando voltas dentro dos corredores do estabelecimento. Seu olhar, ainda no alto, perdido na imensidão de seus pensamentos, começa a sentir a presença de um objeto fixado à parede daquele lugar. E tudo parece uma cena clássica de um filme de Hollywood com aquelas trocas de olhares de primeiro encontro que até o vento esvoaça seu cabelo e entra um música apaixonada. E você lê: “Até 15 vezes sem juros”. É o fim de um dilema!
         Você sai de lá com o peito estufado e com as mãos cheias de sacolas, se sentindo o “Todo Podero$o”. Com um sorriso no rosto, vai embora. Afinal, ninguém precisa saber o valor das parcelas, o número delas e se era liquidação ou não. O fato é que você se sente bem e isso não há valor que pague, não tem preço.

Minha síndrome de Peter Pan

arquivo pessoal
                 Não, não entrei em crise. Até porque eu vivo em crise – haha. Apenas comecei a considerar justa a idéia de que não deveríamos crescer. Pra que, se a vida de criança é tão gostosa? Logo que eu comecei a escrever pro Tarja Preta, postei um texto em que desprezava as crianças que gostavam de aparecer como adultas. E, é com esse espírito que discorro, agora, sobre o arrependimento que sinto por não ter aproveitado mais esta fase tão rica, marcada por inocência e liberdade desconhecida por quem a vive.
                A bem da verdade, a idéia de escrever sobre a infância surgiu enquanto eu assistia uma menininha brincar. Além de toda diversão, pude perceber que criança, quando brinca, não desfaz o outro pelo que é: simplesmente, desfruta-se da companhia e, juntos, compartilham uma imaginação tão criativa, capaz de expressar seus maiores desejos. Foi assistindo esta criança brincar que percebi que, enquanto somos criança, vivemos tão livres que não nos importamos com as sujeiras que nos encontramos no fim das brincadeiras ou o quanto nos lambuzamos ao devorar aquele cachorro-quente.
                Ser criança é tão bom que você pode dizer aquilo que você pensa sem precisar se preocupar com as conseqüências. Pior é que ainda há os que acham bonito tanta sinceridade. Na verdade, não sei por que perdemos isso no decorrer da nossa existência. Talvez seja por isso que seja difícil se acreditar no ser humano nos dias de hoje.
                PC Siqueira, internauta famoso, conhecido por ter opinião sobre tudo, disse, certa vez, que, quando se é criança, somos tão inocentes a ponto de acreditar que ser adulto é legal. Realmente, uma utopia das grandes. Não há nada melhor que ser criança, viver num mundo mais colorido, com mais diversões do que obrigações, com menos responsabilidade, onde todos te querem bem, te protegem e riem das suas piadas, mesmo não tendo a menor graça.
                Eu assumo. Bato no peito – com convicção – e assumo: queria ser criança outra vez. Só mais uma vez – e pra sempre! É um tempo fantástico, em que sua maior preocupação é escolher o desenho que irá assistir, depois de acordar lá pelas dez da manhã. Um estágio da vida em que os únicos obstáculos a serem vencidos são do Mário Bros. Queria ser criança de novo, ter tempo para admirar as ondas formadas no laguinho depois de uma pedra lançada, de brincar com um barquinho de papel, acreditar que, por trás do arco-íris deve existir a felicidade. Dentre as coisas tangíveis, as sentidas: crer que Deus existe, que as pessoas são confiáveis e que o mundo é justo.
                Ser adulto é uma merda! Você vive rodeado de preocupações, contas a pagar, explicações a dar. Priva-se de tudo aquilo que é simples, que te faz bem e só não faz por medo do que os outros vão pensar. Há tanta fofoca, doenças e más notícias que se torna difícil manter intacta a inocência e a pureza de quando se é criança.
                Outra citação que, apesar de desconhecer a autoria, admiro muito, é aquela: “Queria ser criança de novo. Joelhos machucados curam-se bem mais rápidos do que corações partidos”. Afinal, na infância, é tão mais simples se curar os feridos. Nada que um bom curativo não resolva. Agora, quando a dor é do coração, não há remédio que resolva! Mágoas de criança também passam mais rápido. Nada que um pirulito pra comprar a confiança do outro – haha. E, se é mal de amor, tem a vantagem de, a cada semana, ter um amor novo, sentir aquela sensação de apaixonadinho todo dia, toda hora.
                A maior injustiça do mundo é de não termos a chance de escolher ser o que o destino, simplesmente, nos impõe. Eu não gostei de ter crescido, apesar de, nesse tempo, ter aprendido muita coisa e ter vivido muitas alegrias. Mas, honestamente? Ser criança me completaria de uma forma bastante plena. Teria meus pais por perto, não me preocuparia com cobranças e exigências e, sobretudo, seria feliz.
                Ei, Papai do céu, me transporta praquele tempo bom, de novo? Só pra eu não precisar ficar remoendo essa saudade e alimentar essa nostalgia? Pra que eu brinque, me suje, me divirta, não esconda o que eu penso dos outros e, principalmente, que eu não tenha as preocupações que têm povoado a minha – precocemente desgastada – cabeça. Por favor, por favor?

Vaias e Aplausos

De volta, o Tarja Preta traz o que andou circulando na última semana: destaques, vexames e decepções compõem o primeiro Vaias e Aplausos de outubro.

VAIAS:

                Achei de uma ignorância gigantesca o que fizeram com a cantora baiana Claudia Leitte, que se apresentou no primeiro dia do Rock In Rio, dia 23 de setembro. Abalada pela crítica, Claudia Leiite postou um texto em seu blog desabafando e, infelizmente, comparou os admiradores do rock aos seguidores de Hitler. Tudo bem, reconheço a falha da cantora. Acontece que, uma semana depois, quando Ivete Sangalo – também baiana e, por conta do público, rival de Claudia -, entrou no palco e, por mais merecido que tenha sido, menosprezou o talento de Claudia Leitte. O mais impressionante e “revoltante” nessa história é que o público, simplesmente, achou lindo blasfemar o show de Claudia comparando com o de Ivete. No twitter, fãs utilizaram a hashtag #sentalaclaudia para demonstrarem toda a felicidade da suposta humilhação que Ivete teria causado na sua “concorrente”. Preciso registrar nesse espaço que me envergonha muito esse feito, já que o Rock In Rio é um evento que reúne artistas do mundo inteiro. Ter um brasileiro no palco do Rock In Rio pode-se dizer que não é questão de luxo, é questão de necessidade. Expor o talento dos brasileiros é o que deve ser feito para que nossa cultura seja cada vez mais e mais difundida num mundo em que os brasileiros são, praticamente, despercebidos. Além disso, há tanto espaço para as duas! Não é preciso que haja esse tipo de picuinhas e intrigas entre artistas tão bem quistos e tão admiráveis como Claudia Leitte e Ivete Sangalo. Sucesso a elas! (Na imagem a seguir, alguns dos "maldosos" comentários dos usuários da rede  Twitter que protestaram contra o show de Claudia Leitte)


APLAUSOS:

                Na trilha sonora de “Fina Estampa”, Ana Carolina é certeza de sucesso. Tema dos personagens Esther Wolkoff e Paulo Siqueira (Júlia Lemmertz e Dan Stulbach, respectivamente), a canção “Problemas” embala as cenas de amor e indecisão do casal. Com uma letra extremamente romântica e apaixonada e uma melodia bastante envolvente, a música é, simplesmente, linda. E qualquer outro adjetivo se torna simples diante deste. Ana Carolina já emplacou diversos sucessos em novelas como, por exemplo, “Quem de Nós Dois” (Um Anjo Caiu do Céu, 2001), “Encostar na Tua” (Celebridade, 2003), “Pra Rua me Levar” (América, 2005) “Nua” (Como uma Onda, 2004), “Aqui” (Desejo Proibido, 2008) – só para citar algumas -. Admirador incondicional do trabalho de Ana Carolina, há tempos estava precisando fazer um elogio e, agora, mais do que nunca, abrilhantando ainda mais o horário nobre da Globo. Abaixo, você confere um vídeo com a música. Confira! “Fina Estampa” tem a autoria de Aguinaldo Silva e é exibida às 21 horas, de segunda à sábado, pela TV Globo.

As quatro estações

                    “Da mãe de meu pai, a quem não cheguei a conhecer, aprendi que, quando cai uma chuva forte, deve-se ir para a rua e lá ficar por uns dez minutos, pois faz bem à saúde. Isso eu ainda faço, e acho que a humanidade é dividida em dois tipos de pessoas: as que usam guarda-chuva e as que não usam”.
Danuza Leão
                Se para Danuza as pessoas se dividem entre as que usam e as que não usam guarda-chuva, eu julgo que as pessoas se dividem entre as quatro estações do ano. Essas conclusões me permitiram separar, criteriosamente, a humanidade. E não por menos, selecionei, a partir de então, os tipos de “pessoas-estações” que quero que me cerquem.
                As pessoas “PRIMAVERA” são uma fofura! Dóceis e sentimentais, estão, a todo o momento, sorrindo e procurando nos fazer sorrir. São meigas, carinhosas, sonhadoras e se apegam facilmente e, conseqüentemente, sofrem por não serem tão correspondidas. Algumas, no entanto, não exigem que tanto amor seja recíproco, pois acreditam que só assim serão aceitas: por suas simpatias e ternuras. Embora seja agradável, a presenças das “pessoas-primavera”, vez ou outra, chega a incomodar: é tanta doçura num único ser que beira à repugnância. Mas a beleza de seu caráter e a habilidade que essas pessoas têm ao nos conquistar acabam ofuscando os seus defeitos, seus espinhos.
                Já as “INVERNO” são o oposto: agem racionalmente, pois preferem não trocar o certo pelo duvidoso. Seus fracassos acontecem em menor proporção, já que a emoção é vista em segundo plano, quase como uma alternativa hipotética. Preferem ser mais discretos e se envolvem com um número restrito de pessoas, tanto social quanto amorosamente. São sujeitos ambiciosos e orgulhosos de si. Geralmente, são pessoas de classe e donas de uma inteligência invejável. Todo mundo, no mundo, um dia, já desejou ser assim. Afinal, convenhamos: não seria maravilhoso ter a cautela de optar sempre pelas decisões concretas e sensatas? Quem discorda, releia o parágrafo e entenda: “um dia” só não faria tão mal assim. Poderíamos usar nossa personalidade “INVERNO” quando as dúvidas mais densas nos apresentassem. E só.
                Ainda tem as pessoas “OUTONO” e, confesso: Sou completamente a-pai-xo-na-do por elas. “MISTÉRIO” é a palavra que melhor as define. Observadoras, qualquer um daria o que fosse preciso para descobrir o que estão pensando. São, em sua maioria, muito atenciosos. Porém, a questão é aproximar-se destes indivíduos. Possuem poucas amizades e, segundo estes amigos, são pessoas agradabilíssimas. Seus relacionamentos dão-se com pessoas de mesmo nível. Não lhes convém por a mão no fogo por quem quer que seja, isto é, não é defensor de ninguém, não pende nenhum lado e, com freqüência, esquivam-se de grandes brigas. É o popular: “não fede nem cheira”, mas é exatamente isso que os tornam encantadores. Instigam nossa mais ignorante inteligência. Seus estilos de vida, aparentemente normais, escondem mistérios que apimentam ainda mais esta personalidade. Excêntricos, impossível não reconhecê-los. E são por essas e outras que os invejo muito. Suas inibições e restrições aos seus mundos particulares são características que eu adoraria possuir.
                Por fim, as pessoas “VERÃO”, que são incrivelmente divertidas. Aproveitam ao máximo cada instante da vida, curtem a presença dos amigos intensamente e não dispensam um convite para uma festa. No amor, são assumidos: muitos não nasceram para brincar disso e, outros, no entanto, são devotos da tese que afirma que um “amor de verão” é para a vida inteira. Suas paixões despertam a chama alheia e há quem diga que são portadores de um fogo difícil de ser apagado. Fazem a linha que perdem um amigo, mas não perdem a piada. Como já disse, são pessoas divertidas e extrovertidas. Aparentam dominar todo tipo de assunto e conseguem, com diplomacia, rir dos problemas, de suas falhas e fracassos. Suas conquistas são merecedoras de grandes honras e orgulhos para os que lhe cercam. Nas horas difíceis, por incrível que pareça, administram com exímia categoria uma postura acalentadora àqueles que necessitam. Atrevo-me a dizer que sua principal qualidade é a amizade, uma vez que são incapazes de divertirem-se sozinhos. Pode parecer contraditório, mas eles sabem que são seres auto-suficientes. São pessoas extremamente leais e protetoras aos seus. No calor de suas emoções, podem dizer coisas que não deviam, ou tomar atitudes por impulso. Mas é nessas altas horas de emoção e adrenalina correndo por estas veias que acontecem os melhores momentos de suas vidas.
                E, então? Qual é a sua estação?