Vaias e Aplausos

Nesta quinta-feira, trazemos dois grandes assuntos que geraram polêmica nos últimos dias. E, como não poderia ser diferente, “Vaias e Aplausos” critica e elogia o que foi de bom e de ruim. Confira:
VAIA:
Ø  Primeiramente, vamos lembrar que não vou criticar: atuação, direção, cenografia, não. O que quero destacar é a história. O filme “Bruna Surfistinha” foi, até então, um dos mais comentados durante o ano. Mas não “é lá grandes coisas”, não. É só mais uma história de uma garota, que saiu de uma família com relações de conflitos e desarmônicas evidentes, para tentar a vida na profissão mais antiga do mundo. Depois do sucesso na profissão, Raquel Pacheco (a Bruna Surfistinha) começou a escrever um blog, que, a meu ver, foi o que facilitou o seu caminho para o reconhecimento na mídia. Não sabendo administrar a carreira, Raquel perdeu tudo ao entregar-se às drogas e, inevitavelmente, foi ao fundo do poço. Disse e repito: Deborah Secco nada tem a ver com o que estou querendo dizer, que fique bem claro. Ao contrário: a atuação da atriz é admirável! Só não consegui entender, até agora, porque a mídia ainda insiste em dar enfoque numa personagem tão simples, sendo que, aos moldes de Bruna Surfistinha, poderíamos encontrar tantas outras com histórias bem mais interessantes. O filme estreou no dia 25 de fevereiro, com classificação indicativa para maiores de 16 anos. Está em cartaz, nos melhores cinemas do Brasil.
APLAUSOS:
Ø  Pra rolar de rir! A comédia que estreou na sexta-feira passada, trazendo Jorge Fernando para a frente das câmeras foi, de longe, a melhor estréia da Globo na semana passada (tradicionalmente, em abril, por conta do aniversário da emissora (26), a TV Globo reorganiza a sua programação) na nova grade. A comédia Macho Man, conta a história de Zuzu, um cabeleireiro gay que, por conta de um acidente, declara-se ex-gay. Se é possível ou não, pouco importa. O que realmente valeu a pena foi ter a agradável e hilariante atuação de Jorge Fernando ao lado da engraçadíssima Marisa Orth. As situações vividas por Zuzu são tão inusitadas que o humor exagerado, quase apelativo, são as melhores companhias para uma noite de sexta-feira, na TV. Era o que faltava, com todas as letras. Uma mistura de leveza com temas polêmicos dão o toque final na obra. A abertura, requintada, traz um boneco à semelhança do ator, trocando diversas roupas, remetendo à lembrança da velha expressão: “sair do armário”; tudo isso embalado sob o hit Macho Man, interpretado por Village Peolpe. Com direção de José Alvarenga Jr., e escrito por Fernanda Young e Alexandre Machado, o seriado vai ao ar, como já disse, às sextas-feiras, às 23 horas, após o Globo Repórter, na TV Globo.

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